Nossos Projetos

Soluções ambientais

Nosso trabalho é guiado por seriedade e comprometimento desde o planejamento até a entrega e revisão final dos produtos. Esse rigor reflete-se na alta qualidade técnica dos nossos serviços e no cumprimento de prazos e compromissos. Selecionamos nossos profissionais com base em sua expertise e dedicação, e muitos deles permanecem conosco por longos períodos, contribuindo continuamente para o sucesso dos projetos. Oferecemos uma variedade de serviços ambientais que incluem:

Somos membros do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, apoiando o monitoramento de projetos de restauração e a disseminação de conhecimentos sobre restauração florestal.

Conheça nosso Portfólio

Veja os projetos realizados pela Floresce em nosso portfólio interativo.

Flora

  1. Inventário florestal e levantamento florístico para ampliação de aterro sanitário, localizado no município de Curitiba/PR, em 2023, para Grimpa Consultoria Ambiental.
  2. Censo florestal das árvores isoladas e amostragem de áreas úmidas na ADA de empreendimento para extração de calcário e argila, localizado no município de Itaperuçu-PR, abrangendo uma área de pastagem de aproximadamente 112ha, em 2023, para STCP Engenharia de Projetos.
  3. Inventário florestal e determinação do estágio sucessional em 980 ha de áreas de pousio do bioma Mata Atlântica no Paraná, em 2023, para Index Florestal.
  4. Caracterização ambiental de toda a extensão da LT 500 kV Colinas do Tocantins – São João do Piauí C2, com relação a características gerais da vegetação e áreas com indícios de supressão de vegetação existentes nos vãos entre torres, em 2023, para Concremat Engenharia e Tecnologia – Meio Ambiente.
  5. Elaboração de pareceres de Uso do Solo (flora) em dez terrenos localizados no município de Campo Grande, estado do Mato Grosso do Sul, em 2022, para Andreoli Ambiental.
  6. Inventário Florestal para a Linha de Transmissão 345 kV Alto da Serra – SE Sul (Trecho aéreo), localizada nos municípios de São Bernardo do Campo e Santo André/SP, em 2022, para Concremat Engenharia e Tecnologia – Meio Ambiente.
  7. Levantamento florístico e fitossociológico da vegetação de restinga nas localidades de Geribá e Tucuns, para avaliação de impactos ambientais para obras de recuo de edificações instaladas na orla de Geribá, Armação dos Búzios/RJ, em 2021, para os Institutos Lactec.
  8. Inventário Florestal e Plano Básico Ambiental (flora) para o empreendimento Sistema Rodoviário Ponte Salvador – Ilha de Itaparica, em 2021, para Concremat Ambiental.
  9. Estudo de Caracterização da Vegetação e Inventário Florestal em 47ha de floresta nativa para instalação de Siderúrgica de Aços Laminados do Pará, em Marabá/PA, em 2021, para Concremat Ambiental/Vale.
  10. Inventário Florestal em área de Caatinga para solicitação de Autorização de Supressão da Vegetação Nativa para a Usina Fotovoltaica localizada na comunidade de Xique-Xique (Remanso/BA), em 2021, para os Institutos Lactec.
  11. Levantamento florístico e caracterização da vegetação na Área Diretamente Afetada pela Linha de Transmissão “Empreendimento 1”, localizada nos municípios de São Bernardo do Campo e Santo André, São Paulo, em 2020, para Concremat Engenharia e Tecnologia – Meio Ambiente.
  12. Censo arbóreo em 100% realizado em terreno localizado no bairro Campo do Santana, município de Curitiba/PR, em 2020, para a Andreoli Ambiental.
  13. Levantamento florístico-fitofisionômico em propriedade no município de Piraquara-PR, com vistas à delimitação das tipologias vegetacionais e determinação de seus estágios sucessionais, em 2020, para a Andreoli Ambiental.
  14. Programa de monitoramento do efeito de borda sobre a flora para o Sistema de Transmissão Xingu-Rio (LT 800kV), Minas Gerais, Tocantins e Pará, 2018 a 2022 para Concremat Engenharia e Tecnologia – Meio Ambiente.
  15. Programa de monitoramento do efeito de borda sobre a flora para LT Vila do Conde – Marituba – Castanhal (Belém/PA); e Sistema de Transmissão Tramo Oeste do Pará (Santarám/PA), 2018 a 2022, para Concremat Engenharia e Tecnologia – Meio Ambiente.
  16. Programa de conservação da flora (Resgate e monitoramento das plantas epífitas) para o Sistema de Transmissão Mata de Santa Genebra, Paraná e São Paulo, 2016 e 2017, para Concremat Engenharia e Tecnologia – Meio Ambiente.
  17. Levantamento florístico detalhado para linha de transmissão da Copel: LT 500 kV Araraquara II – Taubaté, São Paulo, em 2015, para Hori Consultoria ambiental.
  18. Resgate de flora para ampliação da malha ferroviária ALL Projeto Rumo, litoral de São Paulo, em 2014 e 2015, para Cia Ambiental.
  19. Diagnóstico da vegetação epífita, reófita e campestre para estudo de impacto ambiental da PCH Santo Inácio, PCH Santo Antônio, PCH São Joaquim e UHE Guatambu, Rio Pelotas, Santa Catarina e Rio Grando do Sul, em 2014 e 2015, para Soma Consultoria Ambiental.
  20. Diagnóstico florístico para estudo de impacto ambiental da LT 500 kV Barreiras Pirapora, nos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais, em 2013, para Hori Consultoria Ambiental.
  21. Resgate e monitoramento de flora da linha de transmissão 230 kV Joinville-Curitiba C2, de 2012 a 2014, para Hori Consultoria Ambiental.

Fauna

  1. Elaboração de pareceres de Uso do Solo (Diagnóstico de fauna com sazonalidade) em dez terrenos localizados no município de Campo Grande, estado do Mato Grosso do Sul, em 2022, para Andreoli Ambiental.
  2. Diagnóstico da avifauna para a criação da APA do Miringuava e elaboração do respectivo Zoneamento Ecológico e Econômico e do Plano de Uso e Conservação das Águas e do Reservatório do Miringuava (PACUERA), 2019, para SANEPAR.
  3. Relatório de Controle Ambiental – avifauna – do Aeródromo Municipal de Canela, Rio Grande do Sul, 2017, para White Engenharia.
  4. Relatório de Controle Ambiental – flora e avifauna – da LT 230 kV Brasília Geral-Brasília Sul, em 2017, para White Engenharia.
  5. Resgate e manejo de fauna na barragem da Sanepar do rio Miringuava, 2017, para Sociedade da Água.
  6. Caracterização e análise socioambiental R3 (avaliação ambiental prévia) – ecossistemas e fauna – para linhas de transmissão ligando os municípios de Povo Novo – Guaíba, Capivari do Sul – Siderópolis e Livramento – Santa Maria, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, 2016 e 2017, para Ferraz-Leal Consultoria.
  7. Monitoramento da avifauna nos empreendimentos da ESTRE Ambiental, denominados Centro de Gerenciamento de Resíduos Iguaçu e Central de Tratamento de Resíduos de Mandirituba, 2016 até o presente, para Sociedade da Água.
  8. Monitoramento do risco de colisão de aves com cabos aéreos na LT 230 kV ligando os municípios de Umuarama e Guaíra, Paraná, 2015 e 2016, para Transecto Soluções Ambientais e Florestais.
  1. Revisão do meio biótico (flora) do Plano de Manejo para a unidade de conservação Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Juma, em 2023, para Detzel Gestão Ambiental.
  2. Levantamento do potencial do meio biótico (flora) e socioeconômico (ecoturismo) para criação das Unidades de Conservação Municipais Cachoeira do Limoeiro e Cachoeira do Chá, município de Tapiraí/SP, em 2023, para Ambientale Serviços Ambientais.
  3. Diagnóstico florístico e planejamento da Área de Proteção Ambiental da Serra de Timóteo, Minas Gerais, em 2019, para Detzel Gestão Ambiental.
  4. Levantamento de biomassa/necromassa vegetal em reservas particulares do patrimônio natural municipal de Curitiba, em 2020, para Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental – SPVS.
  1. Monitoramento ecológico em áreas de restauração ambiental da Suzano S/A, nos estados do Espirito Santo e Bahia, com a medição de 247 parcelas de amostragem para avaliação de 857 ha de Mata Atlântica, em 2023, para The Nature Conservancy do Brasil.
  2. Avaliação de 720 hectares em restauração no âmbito do projeto, “Incorporando a sustentabilidade ambiental na cadeia produtiva de celulose no ES: floresta renovável aliada à conservação da biodiversidade”, em áreas da Fibria Celulose S/A, nos estados do Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais, em 2017, para The Nature Conservancy do Brasil.
  3. Elaboração de programas de recuperação de áreas degradadas para três locais atingidos por acidentes ferroviários nos estados do Paraná e Rio Grande do Sul, em 2016, para Rumo Malha Sul S/A.
  4. Avaliação de 385 hectares de áreas de restauração florestal da campanha Plant a BIllion Trees nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, durante os anos de 2012 e 2015, para The Nature Conservancy do Brasil.
  1. Monitoramento de fauna em áreas da Granflor, município de Brasilândia, Mato Grosso do Sul, 2016 a 2018, para Index Florestal.
  2. Monitoramento de fauna e identificação de possíveis áreas de alto valor de conservação com base em estudos de aves e mamíferos de médio e grande porte em áreas da Eldorado Brasil, municípios de Brasilândia e Selvíria, Mato Grosso do Sul, 2016 e 2017, para Index Florestal.
  3. Avaliação ecológica rápida em áreas da Amata Florestal nos municípios de Campo Largo, Itaperuçu e Rio Branco do Sul, Paraná; Água Clara e Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, 2016 e 2017, para Index Florestal.
  4. Primeira avaliação de áreas para monitoramento de flora e fauna nas fazendas Mello e Matão nos municípios de Antônio Olinto e Mafra, Paraná e Santa Catarina, 2016, para WestRock.
  5. Levantamento complementar e monitoramento da fauna em áreas da empresa Granflor, município de Brasilândia e Selvíria, Mato Grosso do Sul, 2016, para Index Florestal.
  1. Coleta e processamento de dados necessários à avaliação e valoração econômica dos danos causados à vegetação pelo rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, em Mariana/MG até a foz do Rio Doce, em Linhares/ES, entre os anos 2018 e 2019, para os Institutos Lactec. Foram elaborados levantamentos detalhados para plantas epífitas, lianas, herbáceas, macrófitas, reófitas, banco de sementes, banco de plântulas e serrapilheira; nos ambientes florestais, de várzeas, lagos, rios, campos rupestres, capoeirinhas e restingas.
  2. Coleta de dados para o estudo da contaminação ecotoxicológica das espécies vegetais nativas afetadas pelo rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, em Mariana/MG até a foz do Rio Doce, em Linhares/ES, em 2020, para os Institutos Lactec.
  3. Composição de subsídios para aplicação de método de valoração econômica sobre os danos aos ambientes terrestres e costeiros (restauração ecológica) ao longo do Rio Doce em áreas afetadas pelo rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, para os Institutos Lactec, em 2021.
Entre em contato e solicite um orçamento

Envie uma mensagem

Dúvidas Frequentes

Levantamentos de biodiversidade são estudos realizados para identificar, catalogar e analisar as espécies vegetais (flora) e animais (fauna) presentes em uma área ou ecossistema específico. Esses levantamentos fornecem dados cruciais, como quais e quantas espécies existem no local, como essas espécies se distribuem no espaço, o grau de raridade ou abundância de cada uma, e a presença de espécies ameaçadas de extinção ou exóticas invasoras.

Essas informações são fundamentais para a gestão ambiental em diversas áreas, incluindo a conservação da biodiversidade, a recuperação de áreas degradadas, o planejamento territorial, o licenciamento ambiental e a educação ambiental. Realizados por profissionais especializados em biologia, ecologia, engenharia florestal e agronomia, os levantamentos de biodiversidade são a base para decisões estratégicas e ações sustentáveis.

Um inventário florestal é um levantamento detalhado da vegetação arbórea em uma área específica, realizado para compreender a composição e estrutura da floresta. O processo inicia-se com o planejamento, onde são definidos os objetivos do inventário, como estimar o volume de madeira, avaliar a diversidade de espécies ou quantificar o estoque de carbono. Em seguida, determina-se o tamanho e a quantidade de parcelas a serem inventariadas, além do método de amostragem a ser utilizado.

Durante a coleta de dados, mede-se o diâmetro à altura do peito (DAP) de todas as árvores que atendam a um DAP mínimo estabelecido, bem como a altura das árvores e a identificação das espécies presentes. Em alguns casos, informações adicionais, como a altura comercial e a sanidade das árvores, também são registradas.

Após a coleta, os dados são organizados em planilhas, e são calculadas métricas como o volume de madeira, a densidade de árvores por hectare, a diversidade de espécies e estimativas de biomassa, entre outros parâmetros.

Por fim, os resultados são compilados em um relatório que inclui mapas da área, gráficos e tabelas representando os dados coletados e analisados. Esses resultados são essenciais para embasar decisões sobre o manejo florestal a ser adotado ou para atender aos objetivos específicos do inventário.

Os índices de diversidade são estimativas usadas para avaliar a variedade de espécies em um ecossistema. Eles funcionam quantificando tanto o número de espécies (riqueza) quanto a abundância relativa de cada uma (equidade). Um índice de diversidade mais alto indica um ecossistema mais diverso, com uma distribuição equilibrada de espécies.

Esses índices servem para entender a saúde e a estabilidade de um ambiente. Em ecossistemas com alta diversidade, há maior resiliência contra mudanças ambientais, pragas e doenças. Eles podem ser utilizados para monitorar a biodiversidade, comparar diferentes áreas ou épocas e orientar decisões de conservação e manejo ambiental.

Espécies ameaçadas de extinção são aquelas que estão em risco de desaparecer da natureza em um futuro próximo, caso não sejam tomada medidas para sua proteção. Essas espécies enfrentam uma redução drástica em suas populações ou a perda de seus habitats, o que compromete sua sobrevivência em longo prazo. As principais ameaças à biodiversidade são o desmatamento, as queimadas, a poluição, as espécies exóticas invasoras e as mudanças climáticas.

A classificação das espécies ameaçadas de extinção segue critérios científicos definidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), e estão baseadas em fatores como o tamanho da população, a taxa de declínio, a área de distribuição e o grau de fragmentação do habitat.

Espécies ameaçadas desempenham papéis vitais nos ecossistemas, como polinização e equilíbrio ambiental, e sua extinção pode causar impactos em cascata. Conhecê-las é essencial para conservação da biodiversidade, planejamento de ações de manejo e desenvolvimento de políticas públicas eficazes, além de sensibilizar a sociedade sobre a preservação ambiental.

Para medir o estoque de carbono de uma floresta, é necessário calcular a quantidade de carbono armazenado na biomassa das árvores e, em alguns casos, no solo e na serapilheira. O processo geralmente começa com a realização de um inventário florestal, a partir do qual é estimado o volume da vegetação. Com esses dados, utiliza-se equações alométricas, que são fórmulas matemáticas específicas para diferentes espécies e regiões, para estimar a biomassa das árvores. A biomassa acima do solo (tronco, galhos, folhas) e a biomassa abaixo do solo (raízes) são então convertidas em carbono.

Além disso, o carbono no solo e na serapilheira podem ser medido coletando amostras e analisando o conteúdo de carbono em laboratório. Somando as estimativas de carbono das árvores, do solo e da serapilheira, obtém-se o estoque total de carbono da floresta. Essas medições são importantes para entender o papel das florestas na mitigação das mudanças climáticas, pois florestas ricas em carbono podem atuar como sumidouros de carbono, ajudando a reduzir a concentração de CO₂ na atmosfera e regular o clima.

Os planos de manejo de unidades de conservação são documentos técnicos que orientam a gestão e o uso sustentável das áreas protegidas, como parques nacionais, áreas de proteção ambiental, reservas ecológicas e de uso sustentável. Nesses planos, é realizado o zoneamento, onde se define o uso mais adequado para cada zona, de acordo com suas características naturais e o contexto social. O objetivo dos planos de manejo é a proteção da biodiversidade e dos ecossistemas, bem como o uso ordenado das atividades humanas, como turismo, pesquisa científica e atividades econômicas controladas.

A certificação florestal é um processo que avalia se os produtos florestais (como madeira, papel, celulose) e atividades relacionadas ao manejo florestal foram realizados de maneira ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável. Uma das etapas deste processo é a definição de Áras com Alto Valor para Conservação (AAVC), que necessitam de proteção especial durante o manejo florestal, devido ao seu valor significativo para a biodiversidade, serviços ecossistêmicos ou para as comunidades locais. Essas áreas são também monitoradas para avaliar e garantir sua proteção ao longo do tempo.

O PRAD (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas) é um documento técnico que estabelece diretrizes e ações necessárias para restaurar áreas que sofreram degradação ambiental. A degradação normalmente ocorre devido a atividades humanas, como mineração, agricultura intensiva, construção civil ou desmatamento. O objetivo do PRAD é orientar as intervenções necessárias para que o ambiente volte a apresentar condições ecológicas equilibradas, promovendo a recuperação da vegetação nativa, do solo e da fauna local.