Nosso trabalho é guiado por seriedade e comprometimento desde o planejamento até a entrega e revisão final dos produtos. Esse rigor reflete-se na alta qualidade técnica dos nossos serviços e no cumprimento de prazos e compromissos. Selecionamos nossos profissionais com base em sua expertise e dedicação, e muitos deles permanecem conosco por longos períodos, contribuindo continuamente para o sucesso dos projetos. Oferecemos uma variedade de serviços ambientais que incluem:
Veja os projetos realizados pela Floresce em nosso portfólio interativo.
Flora
Fauna
Levantamentos de biodiversidade são estudos realizados para identificar, catalogar e analisar as espécies vegetais (flora) e animais (fauna) presentes em uma área ou ecossistema específico. Esses levantamentos fornecem dados cruciais, como quais e quantas espécies existem no local, como essas espécies se distribuem no espaço, o grau de raridade ou abundância de cada uma, e a presença de espécies ameaçadas de extinção ou exóticas invasoras.
Essas informações são fundamentais para a gestão ambiental em diversas áreas, incluindo a conservação da biodiversidade, a recuperação de áreas degradadas, o planejamento territorial, o licenciamento ambiental e a educação ambiental. Realizados por profissionais especializados em biologia, ecologia, engenharia florestal e agronomia, os levantamentos de biodiversidade são a base para decisões estratégicas e ações sustentáveis.
Um inventário florestal é um levantamento detalhado da vegetação arbórea em uma área específica, realizado para compreender a composição e estrutura da floresta. O processo inicia-se com o planejamento, onde são definidos os objetivos do inventário, como estimar o volume de madeira, avaliar a diversidade de espécies ou quantificar o estoque de carbono. Em seguida, determina-se o tamanho e a quantidade de parcelas a serem inventariadas, além do método de amostragem a ser utilizado.
Durante a coleta de dados, mede-se o diâmetro à altura do peito (DAP) de todas as árvores que atendam a um DAP mínimo estabelecido, bem como a altura das árvores e a identificação das espécies presentes. Em alguns casos, informações adicionais, como a altura comercial e a sanidade das árvores, também são registradas.
Após a coleta, os dados são organizados em planilhas, e são calculadas métricas como o volume de madeira, a densidade de árvores por hectare, a diversidade de espécies e estimativas de biomassa, entre outros parâmetros.
Por fim, os resultados são compilados em um relatório que inclui mapas da área, gráficos e tabelas representando os dados coletados e analisados. Esses resultados são essenciais para embasar decisões sobre o manejo florestal a ser adotado ou para atender aos objetivos específicos do inventário.
Os índices de diversidade são estimativas usadas para avaliar a variedade de espécies em um ecossistema. Eles funcionam quantificando tanto o número de espécies (riqueza) quanto a abundância relativa de cada uma (equidade). Um índice de diversidade mais alto indica um ecossistema mais diverso, com uma distribuição equilibrada de espécies.
Esses índices servem para entender a saúde e a estabilidade de um ambiente. Em ecossistemas com alta diversidade, há maior resiliência contra mudanças ambientais, pragas e doenças. Eles podem ser utilizados para monitorar a biodiversidade, comparar diferentes áreas ou épocas e orientar decisões de conservação e manejo ambiental.
Espécies ameaçadas de extinção são aquelas que estão em risco de desaparecer da natureza em um futuro próximo, caso não sejam tomada medidas para sua proteção. Essas espécies enfrentam uma redução drástica em suas populações ou a perda de seus habitats, o que compromete sua sobrevivência em longo prazo. As principais ameaças à biodiversidade são o desmatamento, as queimadas, a poluição, as espécies exóticas invasoras e as mudanças climáticas.
A classificação das espécies ameaçadas de extinção segue critérios científicos definidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), e estão baseadas em fatores como o tamanho da população, a taxa de declínio, a área de distribuição e o grau de fragmentação do habitat.
Espécies ameaçadas desempenham papéis vitais nos ecossistemas, como polinização e equilíbrio ambiental, e sua extinção pode causar impactos em cascata. Conhecê-las é essencial para conservação da biodiversidade, planejamento de ações de manejo e desenvolvimento de políticas públicas eficazes, além de sensibilizar a sociedade sobre a preservação ambiental.
Para medir o estoque de carbono de uma floresta, é necessário calcular a quantidade de carbono armazenado na biomassa das árvores e, em alguns casos, no solo e na serapilheira. O processo geralmente começa com a realização de um inventário florestal, a partir do qual é estimado o volume da vegetação. Com esses dados, utiliza-se equações alométricas, que são fórmulas matemáticas específicas para diferentes espécies e regiões, para estimar a biomassa das árvores. A biomassa acima do solo (tronco, galhos, folhas) e a biomassa abaixo do solo (raízes) são então convertidas em carbono.
Além disso, o carbono no solo e na serapilheira podem ser medido coletando amostras e analisando o conteúdo de carbono em laboratório. Somando as estimativas de carbono das árvores, do solo e da serapilheira, obtém-se o estoque total de carbono da floresta. Essas medições são importantes para entender o papel das florestas na mitigação das mudanças climáticas, pois florestas ricas em carbono podem atuar como sumidouros de carbono, ajudando a reduzir a concentração de CO₂ na atmosfera e regular o clima.
Os planos de manejo de unidades de conservação são documentos técnicos que orientam a gestão e o uso sustentável das áreas protegidas, como parques nacionais, áreas de proteção ambiental, reservas ecológicas e de uso sustentável. Nesses planos, é realizado o zoneamento, onde se define o uso mais adequado para cada zona, de acordo com suas características naturais e o contexto social. O objetivo dos planos de manejo é a proteção da biodiversidade e dos ecossistemas, bem como o uso ordenado das atividades humanas, como turismo, pesquisa científica e atividades econômicas controladas.
A certificação florestal é um processo que avalia se os produtos florestais (como madeira, papel, celulose) e atividades relacionadas ao manejo florestal foram realizados de maneira ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável. Uma das etapas deste processo é a definição de Áras com Alto Valor para Conservação (AAVC), que necessitam de proteção especial durante o manejo florestal, devido ao seu valor significativo para a biodiversidade, serviços ecossistêmicos ou para as comunidades locais. Essas áreas são também monitoradas para avaliar e garantir sua proteção ao longo do tempo.
O PRAD (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas) é um documento técnico que estabelece diretrizes e ações necessárias para restaurar áreas que sofreram degradação ambiental. A degradação normalmente ocorre devido a atividades humanas, como mineração, agricultura intensiva, construção civil ou desmatamento. O objetivo do PRAD é orientar as intervenções necessárias para que o ambiente volte a apresentar condições ecológicas equilibradas, promovendo a recuperação da vegetação nativa, do solo e da fauna local.
